Fonte de informação, espaço para negócios e meio de entretenimento, estas são algumas das funcionalidades e facilidades ofertadas pela internet, que se tornou recurso essencial no mundo conectado em que vivemos.

De acordo com dados de um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2017, divulgados em 2019, sobre o perfil socioeconômico dos brasileiros usuários da internet, 67% da população permanece conectada. Embora pareça muito, as desigualdades sociais são reproduzidas também no mundo tecnológico. Do total de usuários conectados, enquanto as classes A e B são 90%, nas classes D e E apenas 42% tem acesso à internet. A diferença também aparece quando se compara a porcentagem de usuários das cidades e da zona rural com acesso que vai de 70% para 44%.

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Outro dado interessante é sobre o valor pago pelo serviço. Segundo dados da Agência Nacional de Comunicação (Anatel), de 2010 para 2017 o valor médio nacional por 1 MB de internet vem caindo, mas alcançou um leve aumento em 2018, indo de R$ 3,40 em 2017 para R$ 3,50. Quando o assunto é internet barata, a empresa que vende o serviço a um menor preço é a Claro/Net, cuja média por 1 MB é de R$ 2,70, seguida pela Oi (R$ 2,90), TIM (3,10), Vivo (R$ 3,30) e Sercomtel (R$ 5,50). De acordo com o Global Mobile Data Price, o Brasil está em 74º na lista dos planos mais baratos do mundo, ficando atrás por exemplo da Índia, Quirguistão e Cazaquistão que ocupam os primeiros lugares.

A competitividade entre as operadoras brasileiras tem favorecido o investimento em tecnologias para melhorar a qualidade do serviço ofertado com bilhões de reais sendo investidos. Em longo prazo, espera-se que isso resulte em aumento na conexão e a concorrência de mercado, menos oscilações de rede e planos mais baratos.

A fiscalização às empresas e ampliação da tecnologia banda larga e conexão via cabo em casa são fatores que também contribuem para assegurar que o serviço contratado seja o que de fato chega até o cliente. Mas quando o assunto é internet barata, não tem segredo: vale a pesquisa, pois nem sempre a mais barata é a melhor opção para você. Hoje, existem disponíveis sites de comparação de preços de internet e planos disponíveis no seu CEP. Antes da contratação, além da disponibilidade do serviço na sua região e qualidade da cobertura, é indicado que você tenha em mente o seu uso e quantas pessoas estarão conectadas, afinal, nada mais irritante que aquele arquivo que não carrega no e-mail, ou o filme travado naquela parte de suspense. Uma alternativa que pode ser avaliada para quem quer economizar é também dividir a internet com seu vizinho, se vocês morarem bastante próximos convém considerar a contratação de um plano maior para dividir e utilizar replicadores de sinal do Wi-Fi.

Compare, pesquise e se informe antes de contratar, fique atento às ofertas de cada empresa e também às cláusulas e exigências contratuais.

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